23 de setembro - Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças

O tráfico de pessoas é caracterizado pelo "recrutamento, transporte, transferência, abrigo ou recebimento de pessoas, por meio de ameaça ou uso da força ou outras formas de coerção, de rapto, de fraude, de engano, do abuso de poder ou de uma posição de vulnerabilidade ou de dar ou receber pagamentos ou benefícios para obter o consentimento para uma pessoa ter controle sobre outra pessoa, para o propósito de exploração".

Essa definição encontra-se no Protocolo Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em Especial Mulheres e Crianças, complementar à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional, conhecida também como Convenção de Palermo.

O tráfico humano se aproveita da desigualdade social. Nesse sentido, a pandemia impôs um retrocesso no enfrentamento do tráfico de pessoas no Brasil, causado com o aumento do desemprego, pobreza, violência de gênero e insegurança alimentar, tornando as pessoas mais vulneráveis a aliciadores.

A Pastoral da Mulher Marginalizada reafirma o seu compromisso com o poder público e toda sociedade civil, pois sabe que:

É preciso indignar-se contra a mercantilização da vida.

É preciso denunciar a exploração de mulheres e crianças.

Façamos dessa causa uma luta diária em favor da vida de mulheres e crianças que tem as suas vidas acorrentadas pela dor e sofrimento a se libertarem e encontrarem a cura de suas feridas.


Secretariado Nacional da Pastoral da Mulher Marginalizada

53 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo