A Pandemia do Coronavírus Covid 19 e A Pastoral da Mulher Marginalizada

O lugar da mulher na sociedade ao longo da história sempre foi complexo, delicado, sofrido. Lugar que promove a experiência de viver ao mesmo tempo em dois extremos: 1. Da onipotência de ser mãe – cocriadora e “dona” da vida à impotência – suas crias não lhe pertencem porque são da vida no mundo. 2. Chamadas de Rainha, inúmeras vezes são tratadas como Escravas. 3. Prometem-lhe amor e lhe oferecem ódio, muitas vezes com extrema violência, podendo até chegar à morte imposta. Tradicionalmente, a mulher foi propriedade do pai, dos irmãos, do marido, dos filhos. Dura foi sua conquista para exercer e expressar livremente sua fala, sua escrita, suas tarefas e funções para além das domésticas. Se assim é para as mulheres de uma forma geral, mais ainda para as que vivem em situação de prostituição. Nesta época de pandemia, as várias formas de violência doméstica contra a mulher se intensificaram, expondo-as ainda mais ao sofrimento e ao abandono.


Maria Augusta Nogueira Machado Dib, psicóloga e agente de pastoral da PMM

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